Este blog tem por objetivo a critica a razão moderna tal como configurada pela Iluminismo e pelas revoluções industrial e francesa. Ocupa-se, portanto, das tendências culturais e estéticas ditas “irracionalistas”, representadas pelo Romantismo, pelo Simbolismo, Decadentismo, pela filosofia de Nietzsche e Schopenhauer e, posteriormente, pelas vanguardas estéticas européias da segunda dezena do século XX e finalmente o HEAVY METAL...
terça-feira, 30 de outubro de 2018
MARIONETE
domingo, 28 de outubro de 2018
A ARTE DE DIZER
O dizer livre e descompromissado confunde-se com a arte de inventar a si mesmo.
Cultivar palavras, explorar significações, é fazer da consciência do mundo um mundo na consciência sem se perder na ilusão de qualquer verdade.
O dizer já não busca a realidade, mas seu próprio ato contra a fragilidade de tudo que se propõe a condição de verdade na lapidação da consciência como plano de construção da própria vida.
Afinal, o que está se tornando real em um mundo de ilusões transparentes?
O MUNDO COMO LINGUAGEM
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
LUCIDEZ PARANÓICA
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
OS ABISMOS DO INSTANTE
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
A MISÉRIA DAS CONVICÇÕES
Por isso dou pouco credito a firmeza de convicção, a credulidade e a defesa apaixonada de qualquer principio ou tese. Não há nada que mereça certeza, que não fomente algum tipo de duvida. Na vida do pensamento tudo é provisório e existe sob o signo do inacabamento.
Uma postura diletante e descompromissada que reúna circunstancialmente as mais criveis formulações vigentes em uma determinada época, pode ser considerado sofisma.
Somos amantes da boa retórica e da persuasão, mas contraditoriamente amamos demasiadamente as ilusões de verdade .
O CORPO COMO MEDIDA DE TODAS AS COISAS
NÃO FAÇA DA LIBERDADE UMA PRISÃO
terça-feira, 16 de outubro de 2018
DIZER ANIMAL
Que ela nada comunique,
Mas apenas se faça como ato abstrato,
Como aprendizado de um silêncio mágico.
Como um canto em uma língua estranha,
Encanta sem dizer nada.
Inventa gritos e grunhidos.
Quase o discurso de um animal ferido.
Ela é monólogo, expressão de uma imagem.




