maio de 1968.
As ruas serão decoradas com barricadas,
pixações, heresias e canções de protesto.
Cada jovem será sagrado insurgente,
convertido em célula revolucionária,
em um elemento subversivo e ativo
contra as tiranias do tempo presente.
Toda existência será transformada em poesia,
em confronto aberto com a lei,
deus e a policia.
O amor será livre rm praça pública,
os bares estarão sempre em festa.
O último padre será, então, finalmente enforcado com as tripas do último rei.
Algum dia será novamente maio de 1968
na grande orgia de uma revolução permanente.
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