colonizados ou submetidos.
Não nos tornaremos
periféricos e submissos,
pois a liberdade é nosso fim e nosso princípio.
Seremos sempre senhores de nós mesmos,
autores de nossa história e construtores de nossas memórias.
Existimos acima de Deus, da Lei, do Estado,
dos brancos latinos e escandinavos.
Não acreditamos no bem, no mal,
na moral, no céu ou no inferno.
Vivemos conforme os princípios
de nosso sempre atual e brutal paganismo.
Somos amantes do vinho,
da embriaguez e das transfigurações profanas do nosso divino Dionísio.
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