da colonização,
a carnificina das guerras,
o fanatismo do estado nação,
e toda destruição emputada a natureza
em nome do progresso da civilização,
nos faz duvidar das luzes da razão,
desprezar a cultura europeia,
seu humanismo, seu monoteismo,
amor ao próximo e desmedido racismo.
Não somos, afinal, herdeiros da cristandade,
do ocidente medieval, da revolução científica, ou da cidade estado renascentista.
Não inventamos o estado absolutista,
o industrialismo,o fascismo,
nem praticamos ecocídio
para o perverso triunfo do liberalismo.
Somos negros e nunca fomos modernos.
Jamais seremos fascistas.
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