que carregam a revolta ancestral,
a potência selvagem de um mundo não ocidental.
Acredito nos pretos que não pensam como brancos,
que não buscam reconhecimento em uma sociedade de privilégios,
que inventam novos quilombos.
Acredito nos pretos que lutam,
que assustam,
que nunca se rendem
e assumem a dignidade de ser marginal.
Acredito nos pretos que intimidam a polícia, racistas e juristas,
pretos que desprezam privilégios e hierarquias,
que nada tem a perder
e se atrevem a ser.
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